Se eu fosse ver te quando quisesse
Numa hora que também fosse tua
Quem sabe até roubar te na rua
E levar te para onde mulher te fizesse
E saber ao que sabia
A tua boca macia
A recordar em em cada dia
O sabor que merecia
E é nesta lenta agonia
De ver te onde nao queria
Que os meus olhos choram
E o meu corpo gemia
sábado, setembro 18, 2010
domingo, setembro 12, 2010
Faz anos..
Faz anos...
Andávamos de mãos dadas sem destino
Sem destino...só sem destino
Ficávamos horas de mão dada
E a rua a passar por nós
Como se todas as ruas fossem nossas só por as percorrermos
Eram os dias maiores que as horas
Maiores que o mundo
E nós sem destino neles
A pressa esperava noutra esquina
Eram tempos de vagares
De olhares e sabores que decorávamos um do outro
E havia a voz que ficou
A voz que gravada sussurrara
As palavras que sobraram
Tingiram as ruas, que passavam, de cores
Cores que agora pintas
Que gritam... de dentro de ti
Das palavras ficaram os desenhos delas
Das inventar e desenhar no papel
E a contar histórias
Histórias das mãos dadas
Das ruas a passarem
E nós a não querermos
Das histórias que contas com as tintas cores que gritam de ti
Da luz que te sobra, da sombra que te cobre
E eu..
A desenhar te em palavras revoltas no papel
Onde sempre te encontrei
As tuas cores
As minhas letras
O nosso mundo
E há uma imensa gratidão por existires
Faz anos...
Andávamos de mãos dadas sem destino
Sem destino...só sem destino
Fazes anos...
E parece que continuamos de mãos dadas
Sem destino
Como se esse fosse o destino sem destino
Uma espécie de eternidade
Andávamos de mãos dadas sem destino
Sem destino...só sem destino
Ficávamos horas de mão dada
E a rua a passar por nós
Como se todas as ruas fossem nossas só por as percorrermos
Eram os dias maiores que as horas
Maiores que o mundo
E nós sem destino neles
A pressa esperava noutra esquina
Eram tempos de vagares
De olhares e sabores que decorávamos um do outro
E havia a voz que ficou
A voz que gravada sussurrara
As palavras que sobraram
Tingiram as ruas, que passavam, de cores
Cores que agora pintas
Que gritam... de dentro de ti
Das palavras ficaram os desenhos delas
Das inventar e desenhar no papel
E a contar histórias
Histórias das mãos dadas
Das ruas a passarem
E nós a não querermos
Das histórias que contas com as tintas cores que gritam de ti
Da luz que te sobra, da sombra que te cobre
E eu..
A desenhar te em palavras revoltas no papel
Onde sempre te encontrei
As tuas cores
As minhas letras
O nosso mundo
E há uma imensa gratidão por existires
Faz anos...
Andávamos de mãos dadas sem destino
Sem destino...só sem destino
Fazes anos...
E parece que continuamos de mãos dadas
Sem destino
Como se esse fosse o destino sem destino
Uma espécie de eternidade
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