E um desejo solto daqui para ali
Soletrado de soslaio, baixinho
Para que os fantasmas que te aprisionaram
No sono profundo permaneçam
E tu desconfiada
Da sensação estranha de te sentires
Dessa novidade velha de outros tempos
Proibidos
E a resgatar-te do pranto… e a resvalares-me ás vezes
E às vezes a sorrir outras a não quereres
E eu dum longe perto a mirar-te
E um braço que me sai
Procuro encaixar-te … em ti
Tu a não quereres querendo
Conferindo que cada pedaço te pertenceu
E tu a desconheceres-te
E eu a espelhar-te…
quinta-feira, março 25, 2010
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