Palavras
São poucas, tal como o tempo que partilhamos juntos,
Alias ficam mais curtas, quando o tempo que medeia entre elas se alonga,
Ficam nessa espera que parece eterna,
Um corredor imenso com porta ao fundo,
Antes dela um reposteiro, aquilo a que chamam brejeiramente guarda-vento,
E guarda...guarda o vento das palavras soletradas,
Como se ao vento tudo se pudesse contar, sem medos nem ânsias,
Como se ao vento sem censuras nem rasuras,
Se contassem as entranhas,
E ele nada... mudo,... não surdo
Se te pudesse encontrar, não te perdia,
Se pudesses haver, existia,
Se o vento te soprar
São sílabas que te mandei
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
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1 comentário:
Miguel,
palavras bonitas estas...
Passei por acaso e tive sorte!
Bom feriado e muito sol na tua alma de poeta.
:-)
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